Seis meses de Suécia

Seis meses de Suécia. Viva! Ufa! Droga… é tanto sentimento misturado que eu ainda não cheguei a uma conclusão sobre o fato. É certo que eu sou impulsiva, apaixonada, entusiasta e emocional o bastante para colocar um monte de macacos no mesmo galho – acho que seria capaz de confundir a um phd em psiquiatria. Mas eu sou humana, caralho!, e mulher – que as suecas não leiam isso porque definitivamente elas me jogariam para fora daqui… –  e, enfim, pra quem eu devo explicações?

Ok, então de trás para frente, droga é porque eu tenho saudade. Imensas. De todas aquelas pessoas maravilhosas que eu  já nomeei tantas e quantas vezes no blog. Família. Amigos. Sol. E música…

Ufa, que eu posso falar um pouquinho de sueco, fazer algumas piadinhas e pedir informações – e entender a resposta; e que eu tenho um emprego, porque é mesmo extremamente deprimente ficar em casa no escuro (sim, é maravilhoso para dormir, mas quem vai dormir 4 meses? Fora os ursos…). Claro que ninguém tem que ficar em casa só porque não trabalha, mas isso foi importante para mim – conquistar um trabalho – e me faz sentir tranquila.

E viva, que eu tenho Joel. Porque eu ainda sinto aquela coisa quente e gostosa quando olho dentro do azul dos olhos dele, porque eu me sinto uma princesa quando ele pega a minha mão, porque o mundo inteiro some quando ele me abraça, porque a gente fala até dormir (ou eu falo até ele dizer que tem que levantar cedo noutro dia), porque meu coração quase para quando ele sorri… é tão leve de viver quando se é amada!

Não posso dizer que eu saiba mais sobre a Suécia hoje do que quando eu cheguei. Talvez um pouquinho. Mas tenho certeza que sei muito mais sobre mim mesma…

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