Diário Caipira-110

A semana que vem vai fazer um ano desde que temos a nossa gata, Mia. Nós adotamos ela de um abrigo de animais que resgata principalmente gatos e coelhos.

Demorou oito anos pra convencer o marido que a gente podia ter um gatinho de estimação (porque ele não queria nadar em pelos de gato e nem queria pelos de gato na comida dele). Eu estava certa: escolhemos uma gata que solta poucos pelos (a maior parte do ano) e que não deixa as roupas da gente mais peludas do que ela própria. A pessoa que mais perde cabelos nessa casa ainda sou eu.

Por ironia do destino a gata era super tímida no início e só queria ficar com… o Joel. Eu e os meninos pagamos um dobrado para ganhar a confiança dela. Vai ver que é uma coisa típica de gatos, mas ela sabia que já tinha conquistado a gente e só foi charmosa com o Joel.

Como a gente mora em uma casa perto de um bosque optamos por deixar ela livre pra entrar e sair a hora que quiser. É claro que tem a preocupação com carros (o tráfego aqui em frente é muito intenso para o meu gosto), o texugo e comida envenenada; mas essa última acho mais difícil já que a maioria dos vizinho tem gatos soltos também.

Como ela era um gato de rua já nos presenteou com um camundongo, passarinho e hoje, um lagarto-cobra. Quase caí das pernas quando entrei na sala e dei com ela “brincando com a comida”. Os meninos adoraram a oportunidade de ver o bichinho, mas ficam muito bravos com a gata cada vez ela entra em casa com um bicho na boca.

Foi amor a primeira vista

Agora vamos prosear!

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