Verbos pra que te quero! Parte I

Voltei para o SFI hoje, e a primeira impressão é de: fuja garota! Corraaa!!!!!! Minha professora Maria foi para a Gambia (ou algum país da África) participar de um projeto de pesquisa e o novo professor fala mais inglês do que sueco. Fiquei frustrada, mas ainda não perdi a esperança já que tudo começa para valer apenas na segunda, se Deus quiser!

Mesmo que a Gunnel acabou por me dar férias forçadas – não sem antes me emprestar um ótimo livro – aprendi algumas coisas sobre verbos. Os verbos são uma coisa maravilhosa na língua sueca, é a parte que eu mais gosto, e a mais descomplicada. Nem por isso é pouca coisa para aprender, por isso vou escrever apenas sobre o infinitivo e o presente.

O infinitivo – verbo sem nenhuma conjugação – ou verbo base é bem tranquilo e parecido com a gramática do português. Exemplo: quando eu digo eu sou, estou conjugando o verbo ser no tempo presente. É a mesma coisa no sueco, sendo que o verbo no infinitivo normalmente terminam em ‘a’ (a grande maioria deles) e pode estar acompanhado de att.  Exemplos:

→ att vara – att prata – att ha – att vilja – att åka (ser/estar, falar, ter, querer, ir – de ônibus ou trem ou carro ou moto).
→ att hoppas, att bli, att finnas, att dö, att gå (esperar – de esperança, ser/estar, existir, morrer, ir – a pé). 

Já o verbo no tempo presente é terminado em r ou s, dai que sabendo o verbo no infinitivo não é muito complicado acertar o verbo no presente. O verbo do presente terminados em r são a maioria, e essa terminação pode significar um ar, er ou simplesmente r. Exemplo:

→ final ar: att titta, att jobba, att prata – tittar, jobbar, pratar (assistir, trabalhar, falar – assisto, trabalho, falo).
→ final er: att komma, att ringa, att läsa – kommer, ringer, läser (chegar, ligar, ler – chego, ligo, leio).
→ final r: att gå, att ha, att förstå – går, har, forstår (ir, ter, entender – vou, tenho, entendo).
 
 

É claro que os verbos no presente ficam mais claros quando conjugados, e penso que conjugar os verbos suecos é muito simples pois eles não mudam de pessoa para pessoa. As “pessoas” da gramática sueca são eu, nós, ela, ele, eles/elas, você, vocês: jag, vi, hon, han, de/dem, du, ni. Uma pequena observação: você escreve de ou dem para eles/elas, mas a pronúncia é dom. Hummm e não tem nenhuma relação de gênero do tipo de é para eles e dem é para elas, ok? De significa eles ou elas, e o mesmo dem. Então lá vão exemplos com att förstå (entender) no tempo presente:

Jag förstår (eu entendo). 
Vi förstår (nós entendemos).
Hon förstår (ela entende).
Han förstår (ele entende).
De förstår (eles/elas entendem).
Du förstår (você entende).
Ni förstår (vocês entendem).
 

O sueco não tem ando, endo, indo;  de trabalhando, comendo, dormindo; por exemplo. Se alguém te pergunta: vad gör du (o que você tá fazendo)? A resposta é  somente eu “isso”: jag jobbar, jag äter, jag sover (eu trabalho, eu como, eu durmo), por exemplo. Em português a gente está acostumado a dizer o “eu estou trabalhando” e você pode fazer a tradução das frases dessa forma,  mas em sueco o verbo ser/estar (att vara) não serve para indicar um presente contínuo e sim para expressar estado de espírito como por exemplo eu sou feliz (jag är glad), ou sensações como frio, calor (jag är kalt, jag är varm); se está doente ( jag är sjuk)… então não use nunca, jamais  use para o “eu estou [ação]”.

E apenas como introdução – porque eu já estou escrevendo um post sobre como se constroem frases em sueco – o sueco é escrito ao contrário do português nas negativas. Então quando você quer indicar que você não faz determinada coisa, o verbo vem antes do não exato como em inglês: jag pratar inte svenska (eu não falo sueco), por exemplo.

A título de curiosidade, gostar em sueco é att gilla, mas não é utilizado para fazer perguntas do tipo você gosta de música? Ao invés disso você usa att tycka: tycker du om musik? Ja, det tycker om jag. E o pulo do gato é que att tycka é na verdade pensar, e por isso você precisa usar o om (que pode ser traduzido como se ou sobre), senão o verbo indica o que você pensa: jag tycker att [eu penso que]ou jag tror att [eu acho que]… Enfim, att tycka é para certezas e opiniões, e att tro é para achismos. Só relembrando, não esqueça do om para saber dos gostos suecos!

Tycker du om lära sig svenska?

* Um abraço especial a Helena Ingelsson que me ajudou a escrever o post! Tack så mycket Helena!

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Família! Familj!

O Joel tem uma tia fantástica que me ajuda estudar sueco uma vez por semana ou menos, mas quando eu me encontro com ela aprendo uma série de coisas importantes, principalmente no que se refere a gramática do sueco, comportamento sueco, pronúncia (utal) e macetinhos!

Hoje eu estava lembrando a nossa primeira aula quando a Gunnel – nome tipicamente sueco – me falou sobre família sueca. Para mim família é formada por diversos núcleos: os meus pais e prole, os pais dos meus pais e prole, a prole da prole dos pais dos meus pais, assim como a prole dos meus irmãos e em alguns casos também os tios avós e segundos/terceiros primos; e quem tem sorte, pode contar os bisavós e além. Minha família tem 44 pessoas.

Na Suécia, família é só um núcleo: pai, mãe e filhos; ou pai e filhos; mãe e filhos; só o casal; bla bla bla… percebe? Os avós podem ou não estar inclusos na família, mas os tios, tias, primos e primas não são considerados na “minha família”: são os parentes e/ou “outra família”, e muitas pessoas nem chamam os tios ou tias de, apenas pelo nome. É claro que os laços de sangue contam, mas a questão não tem a importância a que eu estou acostumada. Obviamente, existem exceções – a família do meu namorado por exemplo, todo mundo conta – são 10 ao todo: os pais do Joel, suas irmãs, sua tia, seus tios, os avós.

Mesmo que não esteja muito na moda usar essas denominações, é interessante saber, mesmo porque é bem engraçado como os suecos separam quem é parente por meio da mãe de quem é parente por meio do pai. Além disso, outro dia eu conversei com uma moça que disse: ah, é tão confuso essa coisa de tio e tia em sueco,  você não acha? No começo, precisa pensar um pouco para organizar tudo, mas sabendo algumas palavras é simples.

Do princípio: pai em sueco é far e mãe é mor. Tendo isso em conta, você pensa nos avós como o pai da mãe e a mãe da mãe: morfar och mormor; o pai do pai e a mãe do pai: farfar och farmor. Nessa lógica, os tios e tias são os irmãos da mãe e as irmãs da mãe: morbror och moster; os irmãos do pai e as irmãs do pai: farbror och faster. Ou seja: você não trata os parentes não consanguíneos por tio ou tia.

Irmãos se diz syskon, irmão bror e irmã syster. Por exemplo: Jag har tre syskon, två systrar och en bror (eu tenho três irmãos, duas irmãs e um irmão). Eu já falei sobre isso em outro post, mas eu vou lembrar aqui que quando você se refere ao irmão mais velho em sueco usa o adjetivo grande, e ao irmão mais novo o adjetivo pequeno. Seria assim: eu tenho um grande irmão/ uma grande irmã – jag har en store bror/stora syster; eu tenho um pequeno irmão/ pequena irmã – jag har en lille bror/lilla syster.

Os primos são só e simplesmente kusiner (um primo/a=kusin), e todos os sobrinhos são syskonbarn. Mas se é um filho da minha irmã eu posso dizer systerson, ou se for uma filha systerdotter; se for um filho do meu irmão brorson,  ou se for uma filha brordotter. Como neto é o filho do filho é barnbarn.

Cunhado e cunhada só contam se forem casados. Sambo (quando mora junto) é o namorado ou namorada do irmão/irmã. Mesma coisa para nora e genro. Sendo assim eu deixo passar, porque é bem mais simples tratar dessa forma (namorado/a tals) do que guardar um nome que eu não ouvi ninguém mencionar – fora da Gunnel.

Além disso, como meu cunhado sempre diz: “Se cunhado fosse coisa boa, não começava com…” De vez em quando pode ser, mas Bah e Marcelo, saudades d’ocês!!!

Eu fiz uma árvore da família - ficou assim assim mas tem tudo...

Isto é confuso…

 Passei uma semana sem escrever no blog, porque eu tenho problemas com o Word Press. Constantemente ele muda sozinho as configurações e eu perco o maior tempo arrumando tudo: cada vez que vou escrever um post preciso autorizar os comentários, a conexão com Facebook, e até refazer o visual do blog!

Bem, para não parecer que eu sou tão boba assim com coisas de internet, volto para o sueco – no qual eu ainda estou bem boba. Minha palavra preferida é VAD (= o que) que eu uso com um grande ponto de interrogação na esperança de que a segunda tentativa de entender seja mais bem sucedida que a primeira. Normalmente a pessoa ri e repete um pouco mais devagar… mas eu não aconselho a tentar isto com pessoas mais velhas. Porque – de novo – o sueco (idioma) falado da forma correta é uma coisa imensamente importante. Então você deve usar o “Forlåt! Skulle du kunna upprepa det långsammare?” (Desculpe! Será que você pode repetir isto devagar?). É, a vida é dura…

No vácuo de en e  ett, o sueco tem o den e det; eles funcionam quase como este/esta; esse/essa. Você vai utilizar para uma referência ao substantivo, então en ord utiliza den, e ett ord utiliza det. Den e det também aparecem como denna e detta, como no caso de essa semana – denna vecka, por exemplo; mas comunente servem mais para aquilo/aquele/aquela.

Isso parece imensamente confuso porque é imensamente confuso. Os próprios suecos só sabem isso porque repetiram a vida inteira, e se você pergunta, por exemplo, mas por que?; vai receber um sorriso e porque é. Mas, eu tenho uns exemplos de um site sobre sueco (para ver, e não para entender):

Jag vill kopa bilen röda den(Eu quero comprar um carro vermelho.)

Vi bor i det huset röda. (Nós vivemos na casa vermelha).

Den e det não são utilizados quando o substantivo está no plural. Nesse caso, é utilizado de (que se lê dom): De röda bilen (os carros vermelhos). De significa também eles, elas (ele=han, ela=hon, eles/elas=de).

Em muitas frases você vai ver o DET como it, sem nenhuma razão relacionada a um substantivo. Por exemplo, se alguém lhe pergunta (diálogo sueco): Chega você para nós na quinta (kommer du till oss på torsdag)?; você responde: Sim, isto faço eu (ja, det gör jag). Dai não importa en ord ou ett ord, você utiliza o det simplesmente porque ele indica o sujeito da frase. Em sueco ninguém diz está frio, diz isto é/está frio!: det är kalt!

Dai que uma frase boa de saber é vad är det på svenska? (o que é isto em sueco?). Quando o objeto está longe, utilize o detta (e o dedo… afinal, é preciso apontar o que se quer saber =P).

E por fim, meu e seu também estão no vácuo de en e ett: min/mitt e din/ditt. Min bil. Mitt  hem. Din bil. Ditt hem. No plural usa-se apenas mina e dina.

E o plural… bem eu adoro português porque o plural é com s!!

SFI – Capítulo II

A Maíra me fez algumas perguntas e eu pensei em compartilhar as respostas com todo mundo. Já que quem sabe alguém mais tenha as mesmas questões.

Só recapitulando, que eu esperei meu personnumner chegar para depois ir ao SFI fazer uma matrícula. Quando disso, um cara muito legal me atendeu, me explicou que eu teria que esperar (provavelmente até agosto), que se eu tivesse sorte cursaria quem sabe uma semana antes do fim do semestre, que eu faria um teste de nivelamento para saber em qual turma eu entraria, e que acaso eu quisesse, o SFI tem um bônus para bons alunos.

O SFI tem um padrão nacional e conta com 4 níveis: A, B, C e D. O nível A é para pessoas que não conhecem o alfabeto latino ou que nunca estudaram em seu país de origem. O nível B é para quem conhece o alfabeto latino e é alfabetizado ou semi-alfabetizado, tendo frequentado a escola por até 5 anos em seu país. O nível C é para quem estudou por mais de 6 anos em seu país de origem, e o D é uma complementação para quem deseja estudar mais do sueco ou fazer o SAS – Svenska som Andra Språk.

Eu entrei direto para o nível C. Quando eu recebi a cartinha para iniciar a escola, me disseram que o primeiro dia seria só informação. Eu tive um dia de informção com o Arbetsförmedlingen também, e foi um dia de enrolação. Então, eu esperava chegar a escola e ser submetida a tal prova de nivelamento, para depois eles me dizerem é, você vai ter que esperar (de novo)… mas nem. Fui apresentada direto a minha turma e professora.

A minha turma tem pessoas que residem a 2 quase 3 anos aqui na Suécia. Eles não estavam no nível B, eles só não haviam feito o SFI. E daí que claro que essas pessoas sabem dizer o nome, de onde vieram, que horas são e muitíssimas mais coisas em sueco… mas todo mundo começou igual… aprendendo as coisas básicas em sueco e treinando pronúncia.

Eu posso pedir a tal prova de nivelamento, fazer ela e mudar de turma. Mas eu não estou certa quanto a isso… terei apenas algum tempo de aula mesmo. Depois será mais um mês e meio sem sueco,  ralando sozinha! Eu penso que posso esperar até o início do próximo semestre e se estiver mais porreta no sueco faço a tal prova.

Depois, eu tenho ajuda da Gunnel uma vez na semana, e ela tem me esclarecido muitas coisas… e também, percebo que aprendi bastante com a minha turma porque algumas pessoas já vem com vícios de linguagem e a professora tem corrigido desde o primeiro dia. É feio ficar reparando os outros? Não quando você quer aprender…

Quando fiz meu cadastro na biblioteca – na terceira semana aqui em Göteborg – o primeiro livro que eu emprestei chama Mål 1 – era o livro, um cd e um livro do professor. Estudei ele por três semanas, acho que umas 100 páginas, gostei muito porque ele era muito claro… e para minha surpresa esse é o livro que temos usado nas aulas. Não recebemos um livro, apenas as folhas xerocadas (me sinto na facul). Eu gosto. Ainda tenho os audios do Mål 1 no meu computador. O livro que eu vi do SFI mesmo (que eu também emprestei na biblioteca) não é legal para você estudar sozinho. Ele tem um monte de exercícios, mas nada de explicação.

Ficar no repeteco não parece muito interessante. Eu pelo menos não acho. Mas a maioria dos suecos que eu conheci me dizem e repetem para que eu aprenda a falar correto. Se você souber falar uma frase em sueco mas ela for uma frase perfeita, vale mais do que se você tentar dizer três frases e meia pela metade… os suecos amam a sua língua, e te amam se você mostra que quer e está se esforçando até os ossos para dizer as palavras com boa pronúncia e a frase com a gramática correta.

Por fim, o bônus. Eu ainda não entendi como funciona exatamente, porque pedi informação na escola mas eles estão mais por fora do que eu, mas você pode encontrar informações gerais no site do SFI. Como minha profissão agora é estudante, eu to interessada. São até 12.000kr (quase 3mil reais) se você concluir o nível D em até 15 meses depois de matriculado no SFI com determinada nota. Não sei qual é a nota, e não sei exato como você avisa: ei! Eu quero tentar isso! mas quando eu souber… posto aqui.

Ah, mais uma coisa… os horários das aulas. Eu tenho aula de segunda a quinta: segunda de manhã (9h-11h30), terça o dia todo (9h-11h30 pausa para almoço 12h30-15h); quarta de tarde e quinta de manhã. Daí como faz se você trabalha?

Não trabalha. Foi assim que descobri porque tem gente há três anos aqui, sem SFI.

A Suécia não fica na Suíça e lá não se fala alemão

Parece brincadeira isso, mas até hoje tem gente que olha para mim e fala: ” Ah Maria, quando você voltar, traz um daqueles queijos famosos lá da Suiça? Sabe aqueles furadinhos? Ou um daqueles que parecem verdes… E chocolate também, se não for pedir demais…” Eu experimentei diferentes tipos de queijo quando estive na Suécia, acho mesmo que esse país pode ser tão famoso pelos seus queijos quanto a Suiça, mas, além de serem países europeus, com seus nomes começados em S, são países bem diferentes.

É verdade que eu não estive na Suiça, e que provavelmente a idéia que eu faço da Suiça é apenas a imagem que rola na mídia (os Alpes, neve, grandes bancos, mafiosos italianos e políticos brasileiros com muito dinheiro nos grandes bancos… ah! e o queijo furado) e eu não vi nada parecido na Suécia. Além dos muitos queijos que experimentei; a língua, o relevo, a moeda e as dimensões da Suécia são bem diferentes.

Hummm... não fica muito perto...

 Na Suiça, também se fala alemão. O também é porque além do alemão se fala francês, italiano e romanche. Talvez por isso muitas pessoas aqui pensam que suecos falam alemão, e quando a gente diz: não, na Suécia se fala sueco; respondem, ah! então é um tipo de alemão. Essa afirmação não deixa de ter um fundinho de razão, porque o sueco é uma língua germânica setentrional, e sofreu influência da língua alemã. Mas é só ouvir um pouco de sueco para você perceber como é diferente do alemão. Eu ouço alemão quase todo dia, já que na minha cidade tem muitos descendentes que gostam de falar alemão, e não tem nada haver. O sueco parece cantado.

Dizem que se apaixonar por tudo que existe de novo e diferente em outro país faz parte do choque cultural, e eu acho a língua sueca linda. As mulheres falando principalmente. Infelizmente isso não torna ela mais fácil. A gramática, particularmente, não faz sentido… e eu sou latina, e o sueco não é uma língua latina. Mas é legal, afinal é um desafio e eu não tenho inglês fluente. Na verdade, sempre achei inglês estranho e feio, é maravilhoso ter a oportunidade de aprender uma língua estrangeira bonita.

No mais, é importante aprender sueco para ter um emprego lá. Se você tá no mesmo barco, aí vão algumas dicas: a Elisa (que vai para Malmo) e a Paula (que mora em Estocolmo) fizeram um curso de sueco pela Folkuniversitetet. Mas tem curso grátis pela internet no Livemocha, e a Maíra também me contou do Rosetta Stone. Eu to fazendo de tudo um pouco e ouvindo rádio sueca. Enfim, é sempre difícil aprender uma língua nova quando não se pode praticar, mas aprender um número grande de palavras vai ajudar a se virar os primeiros dias (ou semanas).

Vi hörs!

P.S.: A Paula me lembrou uma coisa importante: quem vai para a Suécia pode se inscrever no SFI – Svenska för Invandrare (sueco para imigrantes) e no SAS – Svenska som Andra Språk (sueco como segunda língua), que são cursos grautitos de sueco, presentes em todos os municípios (segundo informações do site). As dicas anteriores são para os apressadinhos…